Investigação, Leituras, Revistas

Educação, Formação & Tecnologias

Um projecto editorial para a área das tecnologias na formação e na educação em Portugal! Convidam-se todos os que queiram dar a conhecer as suas práticas ou reflexões sobre estas problemáticas!

Visite o site da revista!

Formação, Materiais, Encontros

EdMedia 2008, desta vez em Viena

edmedia08

Technology as a reflective learning strategy

Fernando Albuquerque Costa
University of Lisbon
Portugal

Abstract: The objective of teachers’ personal and professional development is an excellent reason to reflect upon the innovation issues in education and a rare opportunity to implement the use of technology in the teaching practices. The most recent developments of digital technologies such as social software and Web 2.0 technologies allow experiencing new organizational and knowledge building that state the diversity and multiplicity of purposes.
Based on the reflection on these two aspects comes up a proposal for the analysis and evaluation of these technologies which nowadays may easily be accessed by the educational community and may be used in the process of learning if used also as a meta cognitive and reflective strategy about teaching. Accordingly, this paper especially aims helping teachers in that process, providing an analysis grid of those technologies based on their pedagogical potentialities for the building of new ways teaching and learning.

Formação, Encontros

TIC@Algarve’08

ticAlgarve08

Seminário  promovido pelo Centro de Competência da EDUCOM. Convidado pela segunda vez, desta feita para reflectir com o meu amigo Rui Páscoa, sobre as questões da formação de professores.

panorâmica

Investigação, Leituras, C.Virtuais

Comunidades Virtuales de Práctica y de Aprendizaje

Comunidades Virtuales

Las comunidades virtuales son un fenómeno nuevo, posibilitado por las tecnologías de la información y de la comunicación, que se da en multitud de ámbitos desde los intereses de un grupo ciudadano hasta las macro-comunidades que aparecen en Internet. Su utilidad en educación ha quedado manifiesta por la creación de entornos de aprendizaje colaborativo, que en muchos casos se han ido convirtiendo en auténticas comunidades de aprendizaje. En ámbitos no institucionales, así como de la empresa, han surgido las denominadas comunidades virtuales de práctica, que son una variante de las comunidades de práctica que se dan en situaciones interpersonales.

Todo este campo emergente apenas ha sido analizado en sus consecuencias para la educación y las nuevas formas de aprendizaje que van surgiendo en la sociedad de la información. En este libro se encuentran varias aproximaciones, de pedagogos y psicólogos, que describen experiencias e investigaciones realizadas en estos últimos años en diversos países y tipos de instituciones, y que contribuirán a que el tema de las comunidades virtuales sea más conocido en nuestro entorno.

Um livro que importa ler sobre esta problemática e que conta com um artigo que escrevi com a Helena Peralta:

Costa, F. & Peralta, Helena (2008). Comunidades Virtuales de Aprendizaje. El punto de vista de los participantes. In J. L. Illera (Ed.), Comunidades Virtuales de Práctica y de Aprendizaje. Barcelona: Publicacions y Edicions Universidad de Barcelona. 25-56.

Portefólios, Encontros

The voyage of knowledge

The boat

No encanto do Báltico se encontraram pistas para o futuro dos portefólios electrónicos na escola.

Eis o grupo que assumiu a responsabilidade de por em comum as experiências e o querer fazer alguma coisa.

The group

Leituras

Mostra bibliográfica sobre Tecnologias Educativas

Mostra bibliográfica

Presença assídua nas reflexões a propósito do que significa ensinar e aprender na chamada sociedade da informação e do conhecimento, as “tecnologias educativas” são hoje um aspecto incontornável para todos quantos intervêm ou têm de alguma maneira responsabilidade no campo da educação: pelo potencial transformador da própria escola que muitos lhe atribuem, nomeadamente enquanto estratégia para fazer face à complexidade do mundo em que vivemos, à incerteza e caducidade dos saberes - à volta dos quais essa mesma escola sempre se organizou -, mas principalmente enquanto alternativa ao modo como criamos e nos relacionamos com o conhecimento.

Embora a selecção de obras aqui apresentada tenha como principal referência o tempo das tecnologias analógicas, nomeadamente através dos contributos marcantes, ainda que epistemologicamente antagónicos, de Skinner e Papert, é claramente o mundo digital e as potencialidades da Internet que mobilizam hoje os investigadores.

É precisamente esse caminho que o(a) convidamos a fazer por entre os livros desta mostra bibliográfica.

Formação, Investigação, Universidade, Leituras, Estudos, Pessoal, Escola, Tec

Resumindo…

Partindo da constatação dos baixos índices de utilização de software educativo e de outros recursos informáticos existentes nas escolas portuguesas, e de que a formação de professores, como tem vindo a ser realizada, é desadequada ao objectivo de preparar convenientemente os professores para o uso das TIC, o estudo aqui apresentado teve como principal finalidade identificar estratégias de trabalho que pudessem contribuir para esse objectivo.

Na prática, foi possível implementar uma proposta de formação concebida com base na literatura sobre a problemática das tecnologias em contexto educativo, sobre os factores que facilitam ou inibem a sua adopção, nomeadamente enquanto factor de inovação curricular, e sobre práticas de preparação de professores para ensinarem com tecnologias.

Uma proposta assente na convicção de que é absolutamente decisivo o recurso a estratégias que permitam a modificação de atitudes face às novas tecnologias, através da tomada de consciência da importância, utilidade e potencial que essas tecnologias podem trazer ao processo de aprendizagem e de que a formação deve dedicar atenção especialmente ao modo como os professores adquirem o conhecimento sobre as tecnologias.

A análise das representações dos professores relativamente à adequação do programa de formação e das alterações percebidas ao nível das suas atitudes, das suas práticas e da confiança com que passaram a encarar, ou não, o uso dos computadores com os seus alunos e sobre os factores que condicionam o maior ou menor uso das tecnologias na escola em geral foi, do ponto de vista metodológico, o eixo central da investigação e a análise qualitativa o principal instrumento de análise de dados.

Apesar de algumas limitações inerentes ao estudo, dada a considerável complexidade e multiplicidade de factores envolvidos, concluímos com a apresentação de um conjunto de pistas para o desenho de projectos futuros que visem a preparação dos professores para a integração das TIC nos processos de ensino e de aprendizagem.

PALAVRAS-CHAVE
TIC em contexto educativo, Factores condicionantes do uso, Representações e práticas, Formação de professores.

Investigação, Leituras, Estudos, Escola, Tec

As TIC na Educação em Portugal. Concepções e práticas

As TIC na Educação em Portugal

Esta obra visa divulgar o trabalho que é realizado nas escolas portuguesas com recurso às tecnologias de informação e comunicação (TIC) e a investigação que vai sendo desenvolvida nas nossas universidades sobre o que significa ensinar e aprender com tecnologias. Incluindo vinte capítulos, organizados em quatro partes (Contextos, As TIC e a escola, Formação de professores, Recursos e aprendizagem), conta com o contributo de alguns dos mais conceituados especialistas portugueses nesta área e é prefaciada por António Nóvoa, reitor da Universidade de Lisboa e uma das principais referências no pensamento sobre a educação em Portugal.

Surge nos primeiros anos do século XXI, um século já fortemente marcado pela banalização das tecnologias digitais nos mais diferentes domínios da intervenção humana, mas também numa altura em que a incerteza e a complexidade do mundo em que vivemos e a caducidade dos próprios saberes ¿ saberes que constituíam, antes, o principal esteio da escola ¿ exigem que os indivíduos sejam preparados de forma diferente e dela saiam com as competências indispensáveis para serem bem sucedidos em contextos profissionais cada vez mais exigentes, competitivos e altamente selectivos.

É, pois, numa linha de reflexão sobre o que se faz no nosso país, que convidamos o leitor a mergulhar nesta obra. Destinando-se, preferencialmente, a professores e a investigadores, mas também a todos quantos têm responsabilidades na educação e aos cidadãos em geral, esperamos que possa constituir um bom porto de partida para o questionamento que se impõe.

A obra pode ser adquirida via Webboom. Ver índice

Encontros, C.Virtuais

Novidade, moda e inovação

Vem este título a propósito de uma reflexão com que António Nóvoa nos confrontou, no passado dia 16 de Abril, por ocasião do lançamento do livro “As TIC na Educação em Portugal. Concepções e práticas” editado  pela Porto Editora, parafraseando Daniel Hameline, que dizia que “não há nada pior do que a moda na área da educação”.

Ora, é precisamente a isso que temos assistido no campo específico das tecnologias educativas, desde que, no início do século XX, iam entrando nas nossas escolas as novidades de cada momento.

Sendo hoje muito diferentes e espelhando o rápido desenvolvimento tecnológico verificado nos anos mais recentes, é precisamente nas novidades que muitos centram a atenção, seduzidos sobretudo pelo seu potencial técnico e acabando, muitas vezes, por relegar para segundo plano aquilo que na escola deveria assumir um papel central - a aprendizagem. Ou, por outras palavras, a compreensão do que essas tecnologias, cada vez mais poderosas, vêm acrescentar ao modo como aprendemos, ao modo como pensamos, ao modo como nos relacionamos com o conhecimento, enfim, do que significa viver e trabalhar na chamada sociedade da informação.

De facto, em vez de se aproveitar a oportunidade para se repensarem os processos e objectivos da escola tal como a conhecemos, deixamo-nos seduzir pelo brilho de cada novo “gadget”, esquecendo com uma facilidade impressionante o que é essencial e o que poderíamos fazer para transformar as nossas práticas, ajustando-as aos novos desafios, quer do ponto de vista pessoal, quer do ponto de vista social. Só aí seria legítimo falar, em boa verdade, de inovação.

Sendo o menos fugaz dos três conceitos aqui trazidos à liça, é por definição, também, aquele que mais garantias ofereceria de que estaríamos no caminho certo, enquanto profissionais que sabem o que querem e que, nesse contexto, são capazes de não se deixar ofuscar pelo brilho da tecnologia, perseguindo a melhoria e a transformação do modo como habitualmente se fazem as coisas na escola.

Aproveitar o “efeito novidade” ou as constantes vagas tecnológicas seria, pois, um bom indicador de profissionalismo e de maturidade profissional.

Profissionalismo que noutras profissões seria impensável não incluir a marca tecnológica dos nossos tempos, pelo constante valor que as tecnologias de informação e comunicação acrescentam ao modo como as coisas eram feitas. Seria impensável, por exemplo, que um cirurgião não fosse capaz e não tivesse a preparação necessária para tirar partido do equipamento disponível, com o que isso terá implicado em termos de esforço e investimento pessoal na aprendizagem, mas parece que continuamos a aceitar pacificamente que isso não deve fazer parte da responsabilidade profissional de cada professor.

Ainda que as práticas não mudem sem que cada um reconheça a necessidade e o benefício que pode trazer determinada mudança, e seja necessário tempo bastante para que as transformações desejadas se operem, não deixa de ser a inovação, seguramente, de entre os três conceitos aqui confrontados, o único capaz de “mexer” efectivamente com os seculares alicerces em que sempre assentou a escola.

Fazer diferente, mas, sobretudo, fazer melhor, será talvez o segredo para aproveitar a(s) onda(s). A onda do Moodle, por exemplo!

Ficam, por isso mesmo, convidados a dar conta da vossa experiência com o moodle no segundo encontro  nacional que terá lugar, em Setembro, nas Caldas da Rainha - CaldasMoodle’08

Fernando Albuquerque Costa
Artigo para publicação no nº3 da revista “Casa das Linguagens
Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Cova

Leituras, Encontros

Alguns momentos do momento…

A mesa da conferência, o editor e os conferencistas… 

A apresentação da conferência

Os organizadores, o editor e o comentador da obra…
O comentário ao livro

Encontros

Rumo à Escola sem Muros…

Rumo à escola sem muros
Conferência

Pode ouvir cada uma das intervenções (Professores João Filipe de Matos e Lúcia Amante), com um intervalo pelo meio, antes de ouvir a intervenção do Professor António Nóvoa.

Encontros, C.Virtuais

Novas Oportunidades para gerir mudanças

Na linha do que há uns tempos atrás tinha organizado sobre a pertinência da utilização de portefólios digitais em contexto de reconhecimento e validação de competências, eis um novo convite, desta feita sobre a utilização de “Comunidades Virtuais de Aprendizagem” para o mesmo fim. Ou, pelo menos, a criação de “Ambientes Virtuais”, pois é grande a distância entre estes dois novos conceitos…

Uploaded on authorSTREAM by fcosta

Second Life, Encontros, C.Virtuais

Tutoria e moderação on-line: Uma nova geração de professores?

  1. O que significa aprender on-line?
    Muito diferente do aprender a partir da sala de aulas?
  2. De que falamos, quando falamos de tutoria/moderação on-line?
    Uma nova forma de ensinar?
  3. O que faz o e-tutor/moderador?
    Que competências deve possuir?
    Muito diferentes das da tutoria e moderação convencionais?
  4. Que papel sobra para o aluno virtual?
    E para a própria tecnologia?

Questões

Slides disponíveis no SlideShare!

Mesa-redonda em que tivemos oportunidade de reflectir um pouco em torno de algumas questões sobre as quais o conhecimento ainda é reduzido. Como era reduzido no tempo das descobertas o conhecimento sobre os mares e as terras para lá do mar: 
Os resistentes

Universidade

Dia aberto!

Aula2
Eu estive nas TE
Aula1

Universidade

rumo à refundação…

Programa estratégico
Consulta

Investigação, eLearning, Leituras, Revistas, C.Virtuais

CVAs: El punto de vista de los participantes

Costa, F. & Peralta, H. (2007). Comunidades virtuales de aprendizaje: El punto de vista de los participantes. Revista Electrónica Teoría de la Educación. Educación y Cultura en la Sociedad de la Información, 8 (3). 23-59.

Este artículo tiene como objetivo reflexionar sobre una experiencia de enseñanza y aprendizaje, en una asignatura del curso de Master en Ciencias de la Educación (especialización en Tecnologías Educativas) organizada bajo la forma de una Comunidad Virtual de Aprendizaje. Se analiza la visión de los participantes en esa Comunidad Virtual de Aprendizaje a la luz de la teoría del currículum, enfatizando el proceso de desarrollo de los aprendizajes vividos y, en especial, los factores considerados esenciales, por los participantes, ya sea en la creación de una comunidad de aprendizaje, o en su dinámica de funcionamiento.

Siendo eminentemente exploratorio, este estudio tuvo como base el responder, por parte del conjunto de alumnos que cursaban la asignatura, a un cuestionario con preguntas abiertas, un año después de haber sido concluida la formación académica. El análisis de las respuestas se realizó en dos etapas complementarias: Una, centrada en el contenido de las respuestas a cada una de las preguntas del cuestionario, teniendo como objetivo captar la percepción de los exalumnos sobre cada uno de los temas preguntados y, así, representar la estructura de relaciones resultante; la otra, de carácter transversal y holística, tomando como base el resultado de la primera, buscando caracterizar la perspectiva de los participantes encuestados sobre el modelo curricular más adecuado para el desarrollo de una comunidad de aprendizaje en su vertiente virtual, tal y como fue vivido por los participantes.

Los resultados, aunque provisionales, puesto que ésta es sólo la primera fase de un estudio más amplio que se prevé ampliar a participantes de otras comunidades, parecen, por un lado, confirmar las convicciones de los autores del estudio sobre la particular adecuación de un modelo curricular abierto y flexible cuando se trata de organizar el aprendizaje alrededor de objetivos comunes a un conjunto de individuos y cuando ese aprendizaje puede sacar partido de las potencialidades de comunicación y de acceso a la información que Internet hoy permite. Pero, por otro lado, dejan entrever una ausencia de consciencia crítica por parte de los participantes sobre ese modelo curricular.

O artigo está disponível a partir no site da revista, em http://www.usal.es/~teoriaeducacion/DEFAULT.htm

Portefólios, Encontros

óbidos international meeting

obidos

Encontros

(ai) | (di) antes e depois da internet

Apresentação de apoio à Conversa com Vasco Trigo

Uncategorized

Conversas sobre a Aldeia Global

No próximo sábado, dia 17 de Novembro, irei participar nas conversas sobre a aldeia global, ciclo de debates promovido pelas Bibliotecas Municipais de Oeiras.

Coversas

Visite o blogue das Conversas na Aldeia Global

Programa

17 NOV (Sáb.) 16H00 - Aprender com.net, com Fernando Albuquerque Costa (FPCE - Universidade de Lisboa)

24 NOV (Sáb.) 16H00 - Second Life: Universidade de Aveiro no mundo virtual, com Samuel Almeida e Simão Oliveira (Universidade de Aveiro)

15 DEZ (Sáb.) 16H00 – Internet Segura, com Luis de Magalhães (Presidente da Agência para a Sociedade do Conhecimento - UMIC)

Sessões anteriores

13 OUT (Sáb.) 16H00 - E se a Internet acabasse… ?, com Carlos Zorrinho (Coordenador Estratégia Lisboa e Plano Tecnológico)

27 OUT (Sáb.) 16H00 - Top Mais das Tecnologias, com Carlos Correia (Universidade Nova de Lisboa – CITI)

10 NOV (Sáb.) 16H00 - Web Social, com Firmino da Costa (ISCTE)

A componente de debate conta com a colaboração do jornalista da RTP Vasco Trigo (coordenador do magazine de ciência e tecnologia 2010, na RTP2) no papel de moderador e dinamizador de cada uma das sessões.

O 1º Ciclo de Conversas é dedicado à Web enquanto espaço de sociabilização e recurso de informação e conhecimento, segundo uma dupla vertente: aplicações tecnológicas e enfoque humano (Web social), com abordagem sobre a segurança na Internet e a divulgação de projectos, plataformas e ferramentas tecnológicas em ambiente de aprendizagem colaborativa.

Uncategorized

yourminis.com Heads Up Display

eLearning, Encontros

eLearning Lisboa2007

Beyond Lisbon

Terminou com um rap aquele que alguns consideraram o maior evento realizado na área da Educação e da Formação em Portugal. Um duplamente criativo rap sobre o elearning e os desafios que traz à Escola. Pelo menos à Escola tal como a conhecemos: anacrónica, cinzenta e onde o objectivo de aprender aparece, aos olhos dos alunos, muito depois de ”o lugar onde podem encontrar os amigos”… Continue Reading »

Leituras, Revistas

TIC e Inovação Curricular

Leia a SÍSIFO

Está já disponível on-line o número 3 da SÍSIFO. Revista de Ciências da Educação, dedicado à temática “TIC e Inovação Curricular”, com artigos de diferentes colegas que têm trabalhado e investigado nesta área.

Revista de Ciências da Educação

Sísifo. Revista de Ciências da Educação
03 (Mai | Jun | Jul | Ago 2007)

Dossier temático: TIC e Inovação Curricular

Fernando Albuquerque Costa | Tecnologias Educativas: análise das dissertações de mestrado realizadas em Portugal Ana Amélia Carvalho | Rentabilizar a Internet no Ensino Básico e Secundário: dos Recursos e Ferramentas Online aos LMSGuilhermina Lobato Miranda | Limites e possibilidades das TIC na educaçãoLúcia Amante | As TIC na Escola e no Jardim de Infância: motivos e factores para a sua integraçãoAna Maria Veiga Simão, Elisabete Rodrigues e Belmiro Cabrito | O projecto Educação Tecnológica Precoce: uma oportunidade para implementar práticas de inovação curricularHelena Peralta e Fernando Albuquerque Costa | Competência e confiança dos professores no uso das TIC. Síntese de um estudo internacionalCristina Costa | O Currículo numa comunidade de práticaCarla Morais e João Paiva| Simulação digital e actividades experimentais em Físico-Químicas. Estudo piloto sobre o impacto do recurso Ponto de fusão e ponto de ebulição no 7.º ano de escolaridadeRecensões:Mónica Raleiras | A vida no écrã. A identidade na era da internet, de Sherry TurkleConferências:José Luis Rodríguez Illera | Como as comunidades virtuais de prática e de aprendizagem podem transformar a nossa concepção de educação

Portefólios, Encontros

International Seminar about e-portfolios

convite

No âmbito das actividades do projecto Digifolio ”Digital Portfolio as a strategy for teachers’ professional development” írá ter lugar um Seminário Internacional sobre a problemática dos portefólios electrónicos, com a participação de especialistas e professores de diferentes países da Europa e também do Canadá.

O seminário terá lugar em Helsínquia, Finlândia, em Maio do próximo ano (22 e 23), mas as actividades decorrerão a bordo, num cruzeiro entre Helsínquia e Estocolmo.

Para além do objectivo de aprofundar os seus conhecimentos sobre um tema tão actual, pode aproveitar para conhecer duas bonitas cidades do norte da Europa. Fica desde já feito o convite!

Para saber mais sobre o evento, esteja atento ao site do Seminário.

Formação, Portefólios, Encontros

The Learning Teacher Network

Nos dias 20, 21 e 22 de Setembro participei na 4ª Conferência Internacional promovida pela The Learning Teacher Network desta vez realizada em Eastbourne, UK.

Paper sobre eportfolios

Para além de uma excelente oportunidade para acompanhar o que de mais actual se está a fazer no domínio da formação de professores por essa Europa fora, pude apresentar os principais dados sobre a síntese comparativa sobre portefólios electrónicos em diferentes países europeus, os países que integram o projecto Digifolio. Ver a apresentação Comparative Study [pdf, 240 Kb]

Pessoal

O escritor e a Web

A Web é uma rede mas também uma teia. Nessa teia a que voluntariamente aderimos seremos a aranha se tivermos uma estratégia. Seremos uma mosca se nos mantivermos pensando com a cabeça dos outros. (Mia Couto, Pensamentos, 2005)

Second Life

à falta de melhor…

Dança na UA

À falta de outras solicitações, que melhor do que um pezinho de dança na Second Life… Na quarta-feira passada, dinamizada pela equipa da Universidade de Aveiro. Nada vinculativo!

Leituras

Ferramentas cognitivas

cognitivas

Os computadores enquanto ferramentas que ampliam as nossas competências cognitivas, é a proposta apresentada por David Jonassen numa obra que a Porto Editora acaba de publicar na nossa língua e cuja leitura se aconselha vivamente. Para além de partir de pressupostos sólidos e coerentes, com base nos quais equaciona o uso que pode ser feito de algumas das aplicações mais conhecidas, o autor sugere a utilização pedagógica de outras menos divulgadas, mas com grande potencial em termos de desenvolvimento cognitivo. É o caso das aplicações que permitem fazer Mapas Conceptuais, as ferramentas de conversação, os Micromundos…

Antes de decidir a sua aquisição, pode ficar com uma ideia do seu conteúdo consultando o índice [pdf, 145KB] disponível na Webboom.

eLearning, Encontros, C.Virtuais

Experiências de e-Learning

Título da Conferência

Experiências de e-Learning na Universidade de Lisboa. Questões pedagógicas e tecnológicas, é o título de uma palestra que farei, integrada no II Congresso de Educação a Distância dos Países de Língua Portuguesa.

Texto de apoio: E-learning. Formação de Formadores (PDF, 350Kb)
Resumo: Ainda que recentemente se tenha tornado um tema incontornável, nomeadamente pelas anunciadas potencialidades ao nível da educação e da formação, o conceito de e-Learning continua a ser utilizado entre nós para designar realidades muito diversas, que vão desde a transposição linear, para a Web, de sistemas de formação convencionais, até ao desenvolvimento de propostas inovadoras e mais interessantes como seja, por exemplo, o caso da criação de comunidades de aprendizagem virtuais. Por outro lado e ao contrário do que se passa em países mais desenvolvidos, ainda é escasso o uso das tecnologias para ensinar e aprender nas universidades portuguesas, apesar de aí se situar a multiplicidade de saberes e competências necessários ao desenvolvimento de projectos verdadeiramente inovadores e indutores de mudança.

Contribuir para a clarificação de conceitos, equacionar do ponto de vista pedagógico as implicações das diferentes alternativas e reflectir sobre as experiências concretas de ensino e aprendizagem com tecnologias, têm sido os eixos estruturantes do trabalho desenvolvido, desde há alguns anos, na Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa, no âmbito de algumas disciplinas na área das Tecnologias Educativas quer ao nível de Licenciatura, quer ao nível de Mestrado em Ciências da Educação.

É desse trabalho e dessas reflexões que gostaríamos de dar conta, nesta oportunidade, como contributo para a discussão sobre o uso das tecnologias no Ensino Superior em Portugal, seja para a concretização dos objectivos de hoje, seja para a concretização de novas propostas pedagógicas, como por exemplo oferecer novos saberes, atingir outros alunos ou chegar a alunos mais distantes geograficamente.

Data: 26 de Junho de 2007
Horário:
14h às 16h Horas de Portugal (Continente e Madeira)
Local: Evento realizado através de conferência áudio pela Internet. Para saber mais sobre o evento, veja o Programa.

Encontros, C.Virtuais

Comunidades de Aprendizagem

TIC Algarve 2007

A convite dos colegas da Educom do Algarve, irei participar no Seminário que terá lugar, em Faro, no próximo dia 2 de Julho de 2007. A ideia é retomar as questões relacionadas com a criação e desenvolvimento de comunidades de aprendizagem que se apoiam em ferramentas e recursos on-line. Questões que abordámos recentemente em Barcelona e e nas Caldas da Rainha (ver entradas anteriores).

C.Virtuais

As palavras são actos!

… o facto é que, em realidades virtuais baseadas em texto… as palavras são actos. (p.21)
Sherry Turkle, A vida no ecrã, Relógio d’Água, 1997

Mas podemos ler a autora directamente na net, por exemplo em How Computers Change the Way We Think

Leituras, C.Virtuais

Comunidades Virtuais de Aprendizagem. O ponto de vista dos participantes

Acabei de enviar para publicação o artigo sobre Comunidades Virtuais de Aprendizagem que esteve na base da minha participação no encontro realizado na Universidade de Barcelona em Maio . Tema em que temos vindo a trabalhar recentemente e que, neste caso concreto, tem como objectivo reflectir sobre uma experiência de ensino e de aprendizagem, numa disciplina do curso de Mestrado em Ciências da Educação (especialização em Tecnologias Educativas) organizada sob a forma de Comunidade Virtual de Aprendizagem.

Disponibilizar-se-á aqui o link, logo que seja publicado.

Continue Reading »

Blogues

Weblogs em Educação

Definitivamente… podem ser lindas as coisas da educação. É o caso desta síntese sobre blogues de que eu já ouvira antes falar. Aqui fica para que possam compartilhar!

C.Virtuais

Tecnologia e Identidade

Em busca do binómio ou… continuando a leitura de Sherry Turkle…

Nestes últimos tempos, o computador tornou-se algo mais do que um misto de ferramenta e espelho: temos agora a possibilidade de passar para o outro lado do espelho. (p.12)

Este livro descreve o modo como uma cultura emergente da simulação esta a afectar as nossas ideias acerca da mente, do corpo, do eu e da máquina. (p.12)

Nas comunidades em tempo real do ciberespaço, encontramo-nos no limiar entre o real e o virtual, inseguros da nossa posição, inventando-nos a nós mesmos, à medida que progredimos. (p.13)

Continue Reading »

Leituras, C.Virtuais

Comunidades Virtuais de Aprendizagem

Assistência

A conferência sobre Comunidades Virtuais de Prática e de Aprendizagem, proferida pelo Professor Doutor José Rodríguez Illera da Universidade de Barcelona, teve lugar no dia 31 de Maio de 2007 e contou com cerca de uma centena de participantes. Se não pôde estar presente, pode ouvir a gravação. Basta aceder ao podcast (ver em baixo).

Illera

Resumo: Existe uma forte ligação entre as ideias que temos sobre tecnologia e sobre aprendizagem, embora nem sempre tenhamos consciência disso. São precisamente essas convicções, aliás, que tradicionalmente têm norteado a incorporação das diferentes tecnologias em contexto educativo.
Nesta conferência, examinaremos algumas das metáforas mais comuns, tentando, em simultâneo, mostrar os seus limites. Analisaremos ainda a ideia que está por detrás das comunidades virtuais (de prática e de aprendizagem), e que supõe, na origem, uma crítica às concepções vigentes sobre a aprendizagem e qual o seu lugar na Educação.

Ver mais informações sobre a conferência e o conferencista.

eLearning, Encontros, Tec

Onde está o elo + fraco?

A seguir pode ver uma parte da apresentação que serviu de suporte à minha intervenção no painel. O texto, tal como consta das Actas, também está disponível neste espaço.

 
icon for podpress  Challenges Braga Maio 2007 [25:11m]: Play Now | Play in Popup | Download